terça-feira, 20 de agosto de 2013

Índios do Brasil

Índio para mim eram pessoas selvagens, que pintavam o corpo para fazer rituais, com suas tradições estranhas para mim.
Agora depois de ver esse documentário e ler o livro Ekoaboka eu descobri que eles não são nada disso que eu pensava.
Eles são pessoas normais, que pensam e agem diferente, mas que podem aprender português, espanhol, inglês como todos nós.
Com eles podemos aprender como cuidar da terra, dos animais, das águas do mar. Com nós, eles podem aprender a se vestir como nas cidades, como falar com estrangeiros e muito mais. Índio é gente como a gente, só tem um costume diferente, um jeito diferente de se "vestir" e de falar.


segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Notícia relacionada ao "EKOABOKA"


"Desmatamento na Amazônia aumenta 35% e já supera 2010"
Por Marta Salomon
Brasília - O desmatamento na Amazônia neste ano deverá superar a taxa anual medida no ano passado. O primeiro sinal claro aparece nos alertas de desmatamento e degradação da floresta do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O sistema Deter acumulou em 11 meses do período de coleta da taxa anual uma área maior do que a captada entre agosto de 2009 e julho de 2010.
Até junho, o Deter registrou 2.429,5 quilômetros quadrados de florestas abatidas. Em relação ao mesmo período do ano anterior, houve um aumento de 35% no ritmo das motosserras. No mês, o aumento foi de 28%. Os dados de julho, que completarão os 12 meses da taxa oficial, só serão divulgados no final do mês. Mas os dados até aqui já superaram os 2.294 quilômetros quadrados de desmatamento medido até julho de 2010, o menor da série histórica do Inpe. O anúncio da taxa oficial está previsto para o final do ano.
Mauro Pires, diretor de Combate ao Desmatamento do Ministério do Meio Ambiente, prefere não especular sobre a nova taxa. "Vai ficar muito próxima da taxa de 2009 e de 2010", disse. Em 2009, o sistema Prodes indicou o abate de 7.464 quilômetros quadrados de desmatamento. No ano seguinte, o Prodes mediu o corte de 6.451 quilômetros quadrados de floresta.
Qualquer número acima do recorde registrado no ano passado significará a interrupção de uma queda do desmatamento que vem sendo registrada desde 2008. E pode comprometer os compromissos de redução das emissões de gases de efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento global. O desmatamento ainda é a maior fonte de emissão de carbono no país.

Soneto relacionado ao "EKOABOKA"


Encontros

Encontramos os madeireiros 
 Que incomodam essa gente
 Sem se preocupar com o que é dos índios
 Apenas matando e destruindo.

 
Madeireiros por que a Amazônia?
 Esse lugar lindo de viver
 Sendo destruído e virando zona
 Porque não querem aprender.

 
Árvores caindo, tratores e máquina pesadas
 Levando madeiras
 Destruindo nossa pátria.

 
Saiam daqui, vocês, que não sabe cuidar
 Apenas pensam em desmatar
E com a nossa madeira acabar.

Filme relacionado ao "EKOABOKA"

 Trabalho em grupo sobre o livro Ekoaboka:

Usamos o filme Tainá 2 - A Aventura continuaE escolhemos um trecho do filme que trata sobre o desmatamento, que é exatamente o que predomina em uma parte do capítulo 3, e que também mostra em tal parte do filme. 



Música relacionada ao "EKOABOKA"

"Desmatamento" - Raiz da Mata. 

"Roubando como um desesperado sem nenhum sentido.
Desmatando a mãe natureza que nos teve como filhos.
Todos filhos de jáh.
Jáh deu a natureza não foi pra um só, não foi pra um só.
Deus deu a natureza pra todos nós cuidarmos bem dela.
Não convém, está cometendo suicídio
Não faça isso rapaz, prejudicando nossas vidas
A vida dos nossos filhos e a dos animais.
Não mate o que é da mata ela só faz você viver e ser feliz.
Isso que não pode acontecer, não pode acontecer.
Desmatar a mata pra poder se enriquecer, uhum.
Pois a natureza não mata, ela só faz você viver e ser feliz.
Não convém, está cometendo suicídio
Não faça isso rapaz, prejudicando nossas vidas
A vida dos nossos filhos e a dos animais.
Eu cuido dela sim, para que a mãe natureza cuide bem de mim."


domingo, 11 de agosto de 2013

Síntese do conto: Feliz Aniversário


Era aniversário de 89 anos de uma senhora, mãe de 7 filhos. Ela morava com uma das filhas, Zilda, que havia preparado tudo para a festa e convidado os irmãos com suas esposas e filhos.
Logo depois do almoço, Zilda vestiu a mãe e a colocou na cabeceira da mesa já arrumada, a fim de esperar os convidados que chegariam no final da tarde.
A chegada de todos foi desastrosa. A aniversariante continuava na cabeceira da mesa sem participar da própria festa. Cantaram parabéns e uma neta pediu para a vó cortar o bolo. Ela o fez com brutalidade. Todos ficaram espantados.
A festa continuou e a idosa passou a observar com desdém a própria família. Inesperadamente, ela cuspiu no chão. Zilda ficou envergonhada, pois todos achavam que ela era responsável pela mãe. Um dos filhos fez um breve discurso tentando amenizar o clima desagradável que se instalara.
Até que, ao anoitecer, deram um beijo na aniversariante e foram embora. Ela continuou na cadeira, interessada no jantar que a filha deveria servir.


Síntese do livro: Ekoaboka

O livro Ekoaboka se baseia em uma viagem em que a família de Léo,um biólogo,decide fazer uma viajem para a Amazônia,onde pretendem passar dois meses de férias.
Ao começar o livro,Léo e Babu  estão a espera do avião de sua família chegar,Marina é sua esposa,onde possui uma filha de outro casamento,Chantal que tem 14 anos e mora no Rio de Janeiro com seu irmão Alex,também de outro casamento,porém é filho de Léo,e Txai que é filho do de Léo e Marina.
Ao chegar na Amazônia a família se empolga,menos Chantal,que não gosta de mato,de floresta e nada do tipo,pois esta acostumada ao Rio de Janeiro,com celular,internet,amigos..Alex fica bastante surpreso,porém, não muito animado,Txai que é o menor,adora o lugar,e fica muito animado.Marina gosta do lugar.
A família irá se hospedar em um barco casa,chamado carinhosamente de Vitória Régia , o barco casa é muito pequeno,apenas dois quartos,uma pequena sala,cozinha e um banheiro,também não muito grande.
Chantal se chateia ao ver que irá ter que dormir com seus dois irmãos,não em um quarto ,como estava acostumada.Esta achando a viajem muito ruim.
Ao começarem a conhecer a floresta,todos aos poucos,foram de acostumando com aquele clima,gostando de tudo,até visitaram uma aldeia que ficava perto do barco casa,Alex que havia descoberto esse mundo indígena ,que até então,todos da família não tinham acesso .
Catu,o mais recente amigo de Alex,um índio bonito,conquistou o coração de Chantal,após o ocorrido,Chantal começou a gostar da Amazônia,e não mais tanta falta da Amazônia..
Todos , ao final da história estavam mudados,Chantal mais carinhosa com a família,Alex,percebeu que seu lugar era lá,queria mais conhecimento,Babu e Léo encontraram a provável cura da malária e Marina,ficou bem consigo mesma,e Txai,mais feliz.
A história é finalizada com a despedida de todos no aeroporto,Alex decide ficar por mais tempo na Aldeia , e voltar só no meio do ano,ficará no barco casa com Babu ..Chantal se despede de Catu e a família volta quase completa para o Rio de Janeiro,todos realizados com a grandiosa viagem. 


Um dia nada normal

                                                          
      Em um belo domingo ensolarado, resolvi ir ao um parque, enquanto espero o ônibus leio um livro.Quando o ônibus chega, entro e vou me sentar lá no fundo.
      O ônibus já está andando há um tempo, quando der repente o ônibus para, o motorista vai ver o que estava acontecendo e o motor tinha quebrado o motorista tentou arrumar mas não deu certo.
      Enquanto esperávamos o mecânico chegar, chegou 3 meninos, ficamos só olhando para ver o que eles iriam fazer, quando menos esperávamos esses meninos assaltaram eu e as outras pessoas que estavam no ônibus.
    Algumas pessoas foram embora, pois já estavam cansadas de esperar, mas eu continuei lá pensando que o problema do motor já iria se resolver, pois o mecânico já tinha chegado. Enquanto ele tentava arrumar o motor, outros 4 rapazes vieram até a gente fingindo se preocupar no que estava acontecendo, e nós contamos o ocorrido.
    Depois de uns 2 minutos vimos o banco do motorista pegando fogo, pois os quatro rapazes tinha colocada, tentamos fugir, mas as porta e as janelas estavam fechadas, todas as pessoas inclusive eu já estava passando mal, por estar com falta de ar.
     Quando eu já estava quase morrendo, o pessoal que estava do lado de fora conseguiram abrir a janela, quando sai vi que eu fui a única que havia sobrevivido.


Entrevista com Clarice Lispector


Clarice Lispector, foi uma grande figura na literatura brasileira.Nascida na Ucrânia-Rússia conheceu um diplomata brasileiro,com quem se casou e veio para o Brasil.Morou no Nordeste e no Rio, onde morreu.
     Clarice se considerava brasileira, mesmo sendo de origem Russa.
     Morreu de câncer, em 1977.Escritora de muitos livros,diz que assim que começou a ler, também começou a escrever.,
     Misturando os sotaques: Ucrânia no, nordeste e carioca mais, o seu problema de língua pressa,algumas vezes não se entendia o que ela falava.Escrevia para todas as idades e também crônicas.Suas obras abrangem diferenciados e divertidos temas, podendo até surpreender o leitor.
     Clarice tinha 2 irmãs que também escreviam, uma escrevia romance e a outra livros técnicos, a pouco tempo antes dessa entrevista Clarice havia  descoberto que sua mãe escrevia, mas não publicava.


Biografia de Lygia Fagundes Telles

 Lygia Fagundes Telles é a quarta filha de Durval de Azevedo Fagundes e Maria do Rosário Silva Jardim de Moura, nasceu na capital paulista em 19 de abril de 1923. Seu pai era advogado, e exercia o cargo de delegado e promotor no interior em São Paulo, assim tendo que se mudar constantemente. Ele gostava de frequentar casas de jogos, levando Lygia junto para dar sorte, sempre apostando no verde, a cor da esperança.
 Em 1936 os pais de Lygia se separarão.Seu primeiro livro, Porão e Sobrado, foi publicado em 1938, pago pelo seu pai. No ano seguinte termina o Ensino Fundamental e em 1940 começa a faculdade de Educação Física e ao mesmo tempo a de Direito. Mesmo formada, sua paixão pela literatura era maior. Em 1944 teve sua estréia oficial, com o volume de contos Praia Viva.
 Casou-se em 1950 com o jurista Goffredo da Silva Telles Jr. e tem um filho. Eles se divorciam e ela se casa de novo com o ensaísta e crítico de cinema Paulo Emílio Salles Gomes.
 Depois de muitos anos e prêmios, em 2005 recebe o Prêmio Camões, o mais importante da literatura em língua portuguesa.


Síntese do conto: Amor

Ana era uma dona de casa preocupada com seus afazeres rotineiros. Tinha marido, filhos e morava em uma boa casa. Certo dia, saiu para fazer compras para o jantar e, ao retornar para casa, já dentro de um bonde, foi surpreendida por um cego parado no ponto, que mascava chicletes com muita naturalidade. Isso a despertou para novas sensações e sentimentos.
Quando o bonde voltou a andar, Ana deixou cair as compras. Passageiros recolheram o que ficou espalhado, depois seguiram viagem. A distração era tão grande, que Ana acabou perdendo o ponto que a faria retornar para casa, por isso, desceu próximo ao Jardim Botânico. Ficou toda a tarde observando cada detalhe do local, pássaros, insetos, folhas, flores, terra e vento. Em certo momento, lembrou dos filhos, do marido e do jantar, o que a fez correr. 
Assim que chegou, também passou a ver o filho, o marido e a própria casa de maneira diferente, parecia que o amor por todos havia aumentado. Jantaram com amigos e crianças. Depois, Ana e o marido foram dormir.


O dia tão sonhado

Uma mulher alta, branca, olhos verdes, com 28 anos chamada Rafaela, que mora com seus pais, namora com Gustavo; um homem alto, branco,olhos escuros,bem elegante e tinha 30 anos, fazia mais de 6 anos que eles estavam juntos, quando completaram 8 anos d namoro, ele pediu Rafaela em casamento.Ela não pensou nem 2 vezes e disse sim.Então, começou os preparativos para o casamento, convites, convidar os padrinhos,lembrancinha... 
Foram marcar a data do casório, tanto na igreja quanto no salão de festas.Escolheram o dia 26 de Janeiro de 2006.Logo depois de marcarem foram escolher os trajes do casamento, apos isso foram ensaiar a valsa com as roupas que iriam utilizar no tão sonhado dia.O vestido de Rafaela era branco, com pedrinhos um vestido maravilhoso, o terno dele era um terno preto, tradicional.Enquanto, ensaiavam a valsa estavam muito felizes.
Apos ter arrumado tudo,chegou o dia e foi tudo normal. Entraram os padrinhos, depois a florista e assim por diante. Mas o momento mais esperado com certeza era a entrada da noiva. Não demorou muito isso aconteceu e tudo ocorria super bem, quando chegou a hora dele e dela falar o sim, ela disse não, a igreja ficou abismada.Rafaela, saiu correndo da igreja, subiu em uma moto e foi embora.
Depois de 2 anos, ficaram sabendo que aquele rapaz era o amante dela, mas o relacionamento não durou muito. Após todos esses acontecimentos, ela encontrou o seu vestido de noiva, se trocou como se iria se casar naquele dia.Começou a lembrar de Gustavo e começou a chorar.
Quando encontrou o vestido, encontrou também o número de Gustavo e o seu endereço.Rafaela entrou em contato com ele para poder conversar, mas descobriu que ele estava em um relacionamento com outra mulher, oque deixou Rafaela muito triste e continuou chorando.


Carta:

São Bernardo do Campo, 6 de março de 2013

Querida amiga, Lavínia 
Estou escrevendo essa carta para argumentar o porque a água é um recurso precioso para nossa sociedade.
A água é um recurso precioso, por isso devemos cuidar bastante dela, nos precisamos da água para fazer praticamente tudo, como por exemplo: tomar banho,beber...
O mundo deve achar que a Terra tem a maior parte coberta por água, mas a maioria dessa grande parte é água salgada o que não serve para o consumo humano.
Por isso devemos economizar para que no futuro nossos filhos, netos...vão poder ter água.Agora você deve estar pensando, Como economizar água se a maioria das coisas onde utilizamos a água é para a necessidade básica de um ser humano?Mas mesmo assim você pode economizar, como não demorar no banho, não lavar a calçada e sim varrer e entre outros tipos de economizar.
Aqui onde moramos tem água para toda sociedade usar normalmente, mas tem estados brasileiros principalmente na região do Nordeste que não tem mais esse privilégio, assim precisando que os caminhões pipas leve água até essa sociedade, mas tem animais que não aquentam esperar a água, pois tem dia que esses tipos de caminhões não acaba levando, por isso acabam morrendo tantos animais ou até mesmo humanos.
Por isso cuide para que a água não acabe, e todo mundo tenha esse bem tão precioso. 

Passeando pelas dunas...


  No clarão do meio-dia, Pedro tentava chegar ao seu destino.A terra estava seca,árida e fervendo.Tudo parecia que iria acabar em chamas.Mas, logo após as dunas de areia, havia um onde Pedro mergulhou, depois do mergulho ele foi conhecer o resto do lugar, onde viu várias coisas diferente.
   Após conhecer o resto do lugar foi para o hotel, onde ele estava hospedado, Pedro no outro dia resolveu ir conhecer as praias da cidade. Mas ele disse que as praias não se comparava com as dunas que tinha visitado no dia anterior, depois de chagar das praias Pedro tomou seu banho e saiu para jantar, pois tinha passado o dia passeando. 
    Pedro demorou para chegar no hotel, então no dia seguinte ele acabou acordando tarde, resolveu almoçar e ir nas dunas novamente pois era um lugar bem próximo do hotel.
     Quando ele chega nas dunas, está bem calor, resolve ir mergulhar no mesmo rio que tinha mergulhado da outra vez, passou a tarde inteira lá, pois tinha achado maravilhoso.
     Pedro acabou perdendo a hora, quando foi ver não tinha mais nenhum ônibus passando, nem táxi, nem nada só tinha ele, então resolveu ficar por lá mesmo.
     Quando deu meia-noite, o rio começou aparecer  um monte de peixes mortos, os pássaros  começaram a voar muito rápido, ele ficou com medo e no dia seguinte pela manha foi correndo para o hotel, quando chega lá descobre que essas dunas quando é    meia-noite areia fica movediça e o rio carnívoro. Por pouco Pedro tinha morrido.  


Biografia de Clarice Lispector:

                             
    Clarice Lispector foi escritora e jornalista brasileira. "A Hora da Estrela" foi seu último romance, publicado em vida.
Clarice Lispector  nasceu em Tchetchelnik na Ucrânia, no dia 10 de dezembro de 1920. Filha de família de origem judaica, Pinkouss e Mania Lispector. Sua família veio para o Brasil em março de 1922, para a cidade de Maceió, Alagoas, onde morava Zaina, irmã de sua mãe. 
    Em 1925 mudam-se para a cidade de Recife onde Clarice passa sua infância no Bairro da Boa Vista. Aprendeu a ler e escrever muito nova. Estudou inglês e francês e cresceu ouvindo o idioma dos seus pais o iídiche. Com 9 anos fica órfã de mãe.
    Em 1937 muda-se com a família para o Rio de Janeiro, indo morar no Bairro da Tijuca. Ingressa no Colégio Silva Jardim, onde era frequentadora assídua da biblioteca. Ingressa no curso de Direito. Com 19 anos publica seu primeiro conto "Triunfo" no semanário Pan. Em 1943 forma-se em Direito e casa-se com o amigo de turma Maury Gurgel Valente. Nesse mesmo ano estreou na literatura com o romance "Perto do Coração Selvagem", recebendo o Prêmio Graça Aranha.
      Em 1948 nasce na Suíça seu primeiro filho, Pedro, e em 1953 nasce nos Estados Unidos o segundo filho, Paulo. Em 1959 Clarice se separa do marido e retorna ao Rio de Janeiro, com os filhos. Logo começa a trabalhar no Jornal Correio da Manhã, assumindo a coluna Correio Feminino. 
      A melhor prosa da autora se mostra nos contos de "Laços de Família" (1960) e de "A Legião Estrangeira" (1964). Em obras como "A Maçã no Escuro" (1961), "A Paixão Segundo G.H." (1961) e "Água-Viva" (1973), os personagens, alienados e em busca de um sentido para a vida, adquirem gradualmente consciência de si mesmos e aceitam seu lugar num universo arbitrário e eterno.
     Clarice Lispector, escreveu "Hora da Estrela" em 1977, onde conta a história de Macabéa, moça do interior em busca de sobreviver na cidade grande. A versão cinematográfica desse romance, dirigida por Suzana Amaral em 1985, conquistou os maiores prêmios do festival de cinema de Brasília e deu à atriz Marcélia Cartaxo, que fez o papel principal, o troféu Urso de Prata em Berlim em 1986.
     Clarice Lispector morreu no Rio de Janeiro em 9 de dezembro de 1977 de câncer no ovário e foi enterrada no cemitério Israelita do Caju.